Consolidado
Tabela: comparativo
Por presidente
Método
- Fonte das promessas: só o plano de governo registrado no TSE (portal de dados abertos). Discursos, debates e entrevistas ficam de fora.
- Elegibilidade (CPPG): entram todas as frases do plano que comprometem o governo com uma ação ou resultado testável (criar, extinguir, construir, implantar, meta com número), tenham ou não evidência encontrada. Diretrizes genéricas ("valorizar a educação", "fortalecer", "apoiar") e estudos de viabilidade não são codificados.
- Status: cumprida, parcialmente cumprida, não cumprida; em andamento enquanto o mandato está em curso; interrompida quando o mandato acabou antes do prazo (impeachment, renúncia) com a promessa já iniciada e prazo posterior à saída (sem nenhum início, ela conta como não cumprida). Quando a busca na imprensa e em fontes oficiais não encontra nenhum registro de execução, a promessa conta como não cumprida, e a busca fica descrita na evidência: confiança baixa se a busca foi só na imprensa e em sites, média se também foi consultado o Diário Oficial ou o Legislativo (Assembleia ou Câmara Municipal).
- Depende do Legislativo: a promessa só se cumpre com lei, emenda constitucional ou conversão de medida provisória, aprovadas pelo Congresso (presidentes), pela Assembleia Legislativa (governadores) ou pela Câmara Municipal (prefeitos). O que o Executivo faz sozinho (decreto, portaria, gestão) conta como "só do Executivo".
- Competência de outro ente: marcada quando a execução cabe por lei a outro ente federativo (União, estados ou municípios), e quem prometeu só pode financiar, induzir ou cooperar.
- Impacto fiscal (presidentes): cada promessa é classificada pelo efeito no orçamento federal: aumenta ou reduz a despesa, aumenta ou reduz a receita, neutra, ou sem impacto direto (medidas regulatórias, regras fiscais, estatais e fundos fora do Orçamento da União). O valor mede só o que foi implementado e vem primeiro de fontes oficiais (execução do Orçamento por ação no Portal da Transparência/CGU, ministérios, Planalto, consultorias de orçamento do Congresso); a imprensa serve só para comparação. Mostramos três medidas: o valor a mais por ano em relação ao ano anterior ao mandato (no último ano completo com dado oficial), o acumulado no mandato (a soma dessas diferenças ano a ano, só com anos completos) e o custo total do programa. Receitas e gastos únicos (privatizações, outorgas de concessão) são marcados e o resultado também é mostrado sem eles. A despesa é a empenhada (para os anos antes de 2014, sem esse dado aberto, usamos o valor pago do Tesouro Transparente); empréstimos reembolsáveis ficam fora. Quando uma receita foi aprovada junto com uma compensação (por exemplo, uma isenção), as duas aparecem. O resumo de cada mandato mostra o acumulado no mandato, e o resultado (déficit ou superávit) é receitas a mais, menos receitas a menos, menos despesas a mais, mais despesas cortadas, somados no mandato: mostra o efeito das promessas nas contas, não o resultado total do governo.
- Comparação: presidentes, governadores e prefeitos não são somados no mesmo consolidado, porque têm poderes e orçamentos de escala diferente.
- Taxas: calculadas sobre as promessas avaliadas (excluindo as não avaliadas).
- Evidência: cada veredito tem link para a fonte e nível de confiança. Base aberta: promessas.csv, promessas.json e impacto_fiscal.csv.